Perfil epidemiológico dos nascidos vivos com Síndrome de Down em Minas Gerais (2021-2025) e o papel da Fisioterapia
DOI:
https://doi.org/10.62827/fb.v27i4.1189Palabras clave:
Trissomia do Cromossomo 21; Epidemiologia; Nascido Vivo; Criança.Resumen
Introdução: Comumente chamada de trissomia 21, é clinicamente reconhecida pelo fenótipo característico associado ao seu cariótipo, sendo que em 95% das ocorrências há um único cromossomo 21 adicional. Objetivo: Descreveu-se o perfil dos nascidos vivos com Síndrome de Down em Minas Gerais, e a relação com a importância da fisioterapia. Métodos: Trata-se de uma abordagem retrospectiva e quantitativa, a fonte de dados utilizada estará vinculada ao Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente disponíveis no Painel Monitoramento de Malformações Congênitas, Deformidades e Anomalias Cromossômicas, adotando critérios de inclusão e exclusão, e posteriormente tabulação dos dados, entre os anos de 2021 e 2025. Resultados: Minas Gerais registrou 496 registros no período, com predominância de nascimentos entre mulheres com 35 anos ou mais, especialmente na faixa etária de 40 anos e mais, sexo com discreta predominância dos homens, enquanto a análise do tipo de parto revelou elevada frequência de cesarianas. A intervenção fisioterapêutica precoce favorece o desenvolvimento das habilidades motoras básicas, incluindo o controle cervical, a capacidade de sentar, engatinhar, ficar em pé e caminhar. Conclusão: O panorama epidemiológico no estado revelou 496 registros de trissomia do cromossomo 21, tendo a análise de que os casos variaram anualmente, com aumento em 2025 e 2023. Destaca-se, de tal modo, a importância da fisioterapia, que assume papel essencial ao favorecer o desenvolvimento neuropsicomotor, estimular a aquisição dos marcos motores, prevenir complicações musculoesqueléticas e promover maior autonomia funcional.
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