Brasil das velhas e dos velhos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.62827/gb.v1i1.0001

Resumo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024, confirmou o que todos os estudos gerontológicos já apontavam: em breve o Brasil será um país de velhos! Na verdade, já há vários estados e cidades com quantitativo maior de pessoas idosas em relação a pessoas jovens. Esse envelhecimento acontece do sul para o norte do país, de modo que, em 2046, ao chegar ao Amazonas, fechar-se-á a maioria da população brasileira com pessoas acima dos 60 anos.

Biografia do Autor

  • Hércules Lázaro Morais Campos , UFAM

    Graduou-se em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Camilo ES. Aperfeiçoou-se em Saúde e Educação na Escola pela Universidade Federal de Minas Gerais. Especializou-se em Fisioterapia Geriátrica pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Especializou-se em Saúde Coletiva: Concentração em Monitoramento, Avaliação e Informação pela Universidade Federal da Bahia). Mestre em Fisioterapia pela Universidade da Cidade de São Paulo. Mestre em Fisioterapia com reconhecimento do título pela Universidade de Aveiro - Portugal. Doutor em Saúde Coletiva/Epidemiologia pela Universidade Federal do Espírito Santo com período sanduíche pela Universidade do Minho. É professor Adjunto C1 do curso de Fisioterapia no Instituto de Saúde e Biotecnologia (ISB) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Orientador e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano (PPGCiMH) linha de pesquisa: Avaliação e Recuperação Funcional - em pessoas idosas no contexto epidemiológico, rural, amazônico e indígena e Epidemiologia do Câncer; Fisioterapia aplicada à Oncologia e Cuidados Paliativos. Organizador e autor do livro: Envelhecimento Rural no Brasil e nas Barrancas do Amazonas publicado pela Editora Portal do Envelhecimento. Membro fundador e vice-líder do grupo de pesquisa LEPISC (Laboratório de Estudos, Pesquisas e Intervenções em Saúde Coletiva), linha de pesquisa: Epidemiologia do envelhecimento, funcionalidade e qualidade de vida em idosos e idosas - da Universidade Federal do Amazonas (ISB). Vice coordenador, pesquisador e membro do grupo de estudos e pesquisa SAPPA (Estudo de Saúde na Atenção Primária da população Amazônica). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde Comunitária, Saúde Ambiental e Territorialidades do Amazonas (GEPSCAT Amazônia). Pesquisador da REDE REMOBILIZE, estudo coordenado pela profa. dra. Monica Perracini que investigou os impactos da pandemia da COVID-19 sobre a mobilidade de idosos brasileiros. Consultor Ad Roc do Programa de Ciência na Escola da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas - FAPEAM. Membro da Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia - ABRAFIGE e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Editor chefe e científico da Revista Gerontologia Brasil. Atualmente dedica-se em realizar pesquisas com foco no envelhecimento rural/amazônico e envelhecimento indígena. Possui experiência clínica/atendimentos ao paciente em mais de 10 anos na área de Fisioterapia em Gerontologia; Atendimento Domiciliar ao Idoso e Fisioterapia Neurofuncional do Idoso. Tem experiência na área de Saúde Coletiva com foco em: Fisioterapia em Gerontologia; Epidemiologia do Envelhecimento; Envelhecimento Rural; Envelhecimento Indígena; Atenção Primária à Saúde; Avaliação da dor crônica em Idosos; Fisioterapia Neurofuncional do Idoso e Fisioterapia aplicada a Oncologia. Atua principalmente nos seguintes temas: epidemiologia do envelhecimento, geriatria/gerontologia em Fisioterapia, envelhecimento rural, atenção primária à saúde, cognição em idosos, dor em idosos e estudos epidemiológicos e metodológicos de Fisioterapia em Oncologia.

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Publicado

03/27/2025

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Editorial

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